Categoria: Notícias

Intolerância à lactose leva jovem a criar negócio de milhões

  • Mai 20
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A No Cow é o 8º negócio de Daniel Katz que tem apenas 21 anos. No ano passado faturou 8 milhões de euros.

Daniel Katz é um jovem com 21 anos e desde os 12 que tem olho para o negócio. Natural de Michigan, nos Estados Unidos, é dono da No Cow, que totalizou em vendas brutas no ano passado 10 milhões de dólares (8 milhões de euros).

A No Cow, que é um negócio dedicado a produtos como barras, bolachas e suplementos com elevado teor de proteína, baixa quantidade de açúcar, vegan e sem glúten, está disponível em mais de 14 mil lojas nos Estados Unidos.

Este era um negócio pequeno até fevereiro do ano passado, altura em que esta que é a oitava empresa de Daniel, recebeu um investimento da General Mills, uma das 10 maiores empresas na área alimentar do mundo, e de uma outra empresa de Chicago, a 2X Partners. 

Fonte: Dinheiro Vivo 

Portugal pela primeira vez no ECOTROPHELIA Europa

  • Mai 18
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Pela primeira vez, Portugal está na corrida por um lugar no pódio da maior competição de eco-inovação alimentar: O Prémio ECOTROPHELIA Europa. A representação nacional está nas mãos da equipa As Vianences e do produto SALAMAR – Salame do Mar, uma alternativa à charcutaria tradicional Portuguesa, constituído por peixe capturado nas águas frias do Atlântico e por legumes frescos.

O ECOTROPHELIA Europa decorre, este ano, na Food Matters Live, em Londres, nos dias 21 e 22 de novembro. Além de Portugal, outros 15 países estarão representados, sendo eles a Alemanha, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Islândia, Reino Unido, Roménia e Sérvia. A criatividade dos futuros profissionais do setor agroalimentar fascina anualmente a indústria alimentar com o desenvolvimento de produtos centrados no consumidor e na sustentabilidade. Ariane Andres, do Nestlé Research Center, preside o júri onde Portugal estará também representado por Vergílio Folhadela, Embaixador do Prémio Ecotrophelia Portugal 2017.

Aos vencedores serão entregues prémios na ordem dos 6000€, 4000€ e 2000€, aos primeiro, segundo e terceiro lugares, respetivamente, mas também uma menção honrosa “Coup de Coeur Innovation”. Nesta edição, será ainda atribuído um novo prémio “Estratégia de Comunicação”, no âmbito no programa europeu “Food for Growth”, no montante de 500€.

Esta é a segunda ronda de um prémio que foi importado para Portugal pela PortugalFoods, em co-organização com a FIPA (Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares), para premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar. O objetivo do Ecotrophelia é reunir estudantes, professores, investigadores e profissionais do setor, de forma a criar uma rede de formação de excelência em inovação alimentar, assim como promover uma melhor utilização dos recursos, aproximar o meio académico da indústria e abrir portas para o mercado de trabalho. Uma iniciativa que decorreu pela primeira vez em território nacional e que a 6 de setembro fechou a 1ª Edição com a Entrega de Prémios da competição nacional.

Organizado pela Câmara de Comércio e da Indústria de Vaucluse, com o apoio da ANIA – National Association of Food Industry e das European Food Federations, o ECOTROPHELIA Europa, desde 2011, já deu origem a 115 competições nacionais, envolveu 550 universidades e mais de 3500 estudantes. Ao todo, mais de uma centena de produtos apresentados na competição europeia já foram produzidos e chegaram ao mercado.

Fonte: Portugal Foods 

Apicultura com produção de mel de qualidade em risco

  • Mai 18
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O alerta surge da associação de defesa ambiental Quercus: segundo apicultores da Serra do Caramulo, a empresa Altri Florestal lançou o aviso de que ainda esta semana ia começar a pulverizar os seus eucaliptais com o pesticida EPIK, na União de Freguesias de São João do Monte e Mosteirinho, no concelho de Tondela.

 Explica a Quercus em comunicado, que o EPIK SL é um insecticida sistémico do grupo dos neonicotinóides, à base de acetamiprida e que atua por contacto e ingestão. Atua no sistema nervoso como antagonista do receptor nicotínico da acetilcolina e está homologado para aplicação em eucalipto, para controlar a praga do gorgulho do eucalipto (Gonipterus platensis). Também pretende pulverizar com o insecticida EPIK SG que é nocivo e perigoso para o ambiente.

Apesar de se referir que ambos os produtos comerciais são isentos de classificação para as abelhas, não constituindo perigo para estes insetos úteis quando usados nas doses e concentrações para os quais de encontram autorizados, existem receios de apicultores que tem apiários na zona, dado o risco de utilização de pesticidas neonicotinóides para a abelha melífera, assim como para outros polinizadores.

Segundo esta associação, o Plano de Acção Nacional para o controlo das populações de Gonipterus platensis apresentava um horizonte de atuação de 4 anos e meio (2011-2015), pelo que actualmente, não existe um suporte regulamentar que justifique as pulverizações com pesticidas para controlo do gorgulho do eucalipto.

Por outro lado, para além desta luta química, nos últimos anos as empresas de celulose avançaram com a luta biológica, utilizando um insecto parasitóide exótico para combater a praga do Gorgulho do eucalipto, evitando assim os possíveis efeitos nefastos decorrentes do uso deste tipo de pesticida

“A utilização de luta química para controlo de uma praga associada às monoculturas de eucalipto em áreas serranas, é reveladora da insustentabilidade da cultura nas condições existentes”, defendem.

Um estudo recente da Escola Superior Agrária de Coimbra demostrou que a mortalidade nas abelhas é superior quando a aplicação deste insecticida é feita por contacto e que a expressão genética das abelhas era alterada, pela ausência de proteínas na zona que contém o insecticida (EPIK).

De recordar que no passado dia 27 de Abril, a maioria dos Estados-Membros apoiou a proposta da Comissão Europeia de proibir, até ao final do ano, todas as utilizações ao ar livre de 3 outros pesticidas neonicotinóides causadores da mortalidade de abelhas.

Fonte: Green Savers

Ana Teresa Lehmann: “A Indústria 4.0 é uma oportunidade para as empresas portuguesas e uma prioridade do Governo”

  • Mai 17
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A Secretária de Estado da Indústria falou com o Food & Nutrition Awards sobre a imparável quarta revolução industrial que está a criar um mundo de oportunidades para as empresas e startups e sobre a nova realidade que se tornou mais do que um desafio tecnológico, um desafio humano. 

Conseguimos imaginar os nossos métodos de trabalho nos próximos cinco, dez, quinze anos? Uma certeza apenas: tudo será mais digital. Os processos mais tecnológicos e integrados, as empresas e as fábricas mais inteligentes. É a indústria do futuro.

Mais do que um programa, a Indústria 4.0 é uma nova revolução industrial. Não podemos fechar os olhos e deixar de ver os avanços tecnológicos, as exigências do mercado, a personalização de produtos, a inovação no serviço ao cliente, o detalhe na análise de dados. Automação inteligente, cloud computing e sistemas interligados, transversais nos processos de produção, na cadeia de valor e na relação com o cliente. Temos de ver, acompanhar e atuar.

A Indústria 4.0 é, por isso, uma oportunidade para as empresas portuguesas e uma prioridade do Governo. É com orgulho que noto como o nosso tecido empresarial está dedicado à modernização das suas empresas, investe em tecnologia e inova. Muitas das indústrias consideradas tradicionais são, precisamente, das mais inovadoras.

A revolução é tecnológica, mas o grande desafio está nas pessoas – conseguir recrutar as mais competentes e qualificadas, e formar as já existentes, que têm de atualizar as suas competências e ganhar novas capacidades. O sucesso das empresas na indústria do futuro depende da sua capacidade de formar, captar e reter talento.

Formação e capacitação de recursos humanos é precisamente um dos seis eixos de atuação do programa Indústria 4.0. A par de cooperação tecnológica, startup i4.0, financiamento e apoio ao investimento, internacionalização, adaptação legal e normativa.

Através destes eixos, o Governo apoia esta transformação digital das empresas portuguesas, tem já mais de 78% das medidas executadas ou em execução, e lançou vários instrumentos de financiamento no âmbito do Portugal 2020 para apoiar projetos i4.0, com uma dotação total que já ultrapassa os 700 milhões de euros.

A Indústria 4.0 está a acontecer. Em Portugal e no mundo. E as empresas portuguesas têm de posicionar-se na linha da frente desta nova revolução. O futuro da indústria é hoje.

 

Ana Teresa Lehmann, Secretária de Estado da Indústria

 

Empresa da indonésia lança saco totalmente biodegradável

  • Mai 15
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A empresa indonésia Avani Eco, sedeada no Bali, lançou um saco de plástico biodegradável feito de mandioca.

O saco de plástico é totalmente biodegradável e dissolve-se na água.

A ideia da empresa é dar uma resposta ao excesso de poluição originado pelo plástico na Indonésia.  Os níveis de poluição são tão elevados que o exército  foi chamado já várias vezes a ajudar a limpar o lixo originado. 

Fonte: HiperSuper

65% dos portugueses dizem que só consomem produtos biológicos

  • Mai 14
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Estudo da Universidade Católica revela que dois em cada três portugueses optam pelo consumo exclusivo de produtos de agricultura biológica. Mas um em cada cinco inquiridos acredita que a agricultura biológica não é assim tão limpa de produtos químicos.

Em cada três portugueses, há dois que optam por consumir apenas alimentos biológicos. Ou pelo menos dizem que o fazem.

A conclusão é de um estudo da Universidade Católica em parceria com a industria de proteção das plantas.

Dos cerca de mil inquiridos, 65% dizem que preferem produtos biológicos, mas um em cada cinco portugueses acredita que a agricultura biológica não é assim tão limpa de produtos químicos: 61% da amostra concorda que os pesticidas são um mal necessário para manter os alimentos livres da bicharada e quatro em cada cinco inquiridos acreditam na bondade destes produtos para proteger as plantas dos parasitas.

Só que os pesticidas em excesso são bem mais prejudiciais do que alguns dos insetos naturalmente presentes nos vegetais.

A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar alerta que metade dos produtos alimentares contêm pelo menos um pesticida. E mais de um quarto apresenta vestígios de “cocktails de pesticidas”.

Agora que parece que a primavera veio para ficar, a alimentação altera-se. Seja porque não lhe apetece uma comida tão pesada – e as saladas aí são uma boa opção – seja porque o verão se aproxima e quer estar em forma para ir a banhos.

A organização não governamental Environmental Working Group publicou recentemente uma atualização da lista das frutas e legumes mais contaminados. Aqueles com que deve ter mais cuidado na hora da lavagem: uma só amostra de morangos contem 20 pesticidas. Seguem-se espinafres, nectarinas, maças, uvas, pêssegos, cerejas, peras e tomates.

Do lado dos mais limpos, o abacate é o melhor de todos.

Nas quase 39 mil amostras de vegetais, menos de 1% apresentava vestígios de produtos químicos. 

Fonte: Rádio Renascença

Estes são os fatores mais importantes na decisão de compra

  • Mai 13
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A experiência do cliente é o terceiro fator mais importante na decisão de compra, depois do preço e da qualidade do produto. Assim o indica o estudo “Experience is everything: here is how to get right” da PWC, que inquiriu 15 mil consumidores em 12 países. 

O estudo revela que uma má experiência pode resultar na perda de clientes. Dois em cada três consumidores asseguram que deixariam a sua marca preferida após uma experiência negativa e 48% após várias. Os inquiridos confirmam ainda que estariam dispostos a pagar até 16% mais por uma experiência diferenciadora. 

A PwC concluiu que a equação perfeita para a experiência de cliente ideal engloba vários aspetos, incluindo a tecnologia e as pessoas. Os consumidores valorizam fatores como a rapidez (80%), a facilidade de pagamento (78%), o conhecimento (78%), o atendimento por parte dos colaboradores (77%), a comodidade (77%), dispor das últimas tecnologias (73%) e a interação humana (68%). 

O valor da tecnologia é evidente, com o estudo a identificar que os consumidores esperam uma maior experiência digital, mas esta, isolada, é insuficiente e não deve ser vista como uma solução em si mesma. Deste modo, os consumidores pedem cada vez mais o fator humano e 75% uma maior interação com as pessoas na sua experiência como cliente nos próximos anos.

Fonte: Grande Consumo

Heat and Control aposta em processo inovador que garante a sustentabilidade

  • Mai 12
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A Heat and Control, fabricante de equipamentos para processamento, manuseio de produtos, embalagem e inspeção, pretende alcançar processo produtivo inovador que garante a sustentabilidade.

O crescimento populacional global e o produção intensiva têm aumentado os níveis de poluição e os níveis de resíduos resultantes da fabricação de alimentos. Esta problemática coloca aos fabricantes do setor agroalimentar diversos desafios que garantam métodos de  produção mais eficientes e sustentáveis. 

A redução das emissões de CO2 estão a ser estudadas pela Heat and Control. As equipas de investigação da empresa estão em constante pesquisa para criar soluções inovadoras em torno da tecnologia de redução de água e energia, tratamento / redução de resíduos e recuperação ou reutilização de materiais. O desafio do setor agroalimentar  passa por reduzir o desperdício e a poluição,  melhorando os equipamentos e obtendo maior eficiência. 

Leia mais, aqui.

Agricultura já vale mais de seis mil milhões de euros

  • Mai 11
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A Agricultura é o setor da Economia portuguesa que mais cresce, representando já mais de seis mil milhões de euros por ano”, afirmou o ministro da Agricultura.

Na inauguração da 51ª edição da Agro, Capoulas Santos sublinhou o dinamismo do setor, “que nos primeiros dois meses deste ano cresceu dez por cento em relação a igual período do ano passado”, e realçou a importância deste certame, que “é um dos maiores e mais importantes do País”.

“A Câmara de Braga realizou aqui uma excelente obra, num tempo recorde, tendo agora os expositores condições excelentes. Para além disso, o certame continua a crescer”, afirmou o governante. Já Ricardo Rio, o presidente da Câmara de Braga, lembrou que “a Agro é a primeira grande realização do Forum Braga”, esperando que “este seja o primeiro de muitos eventos num espaço preparado para pôr a cidade no mapa dos grandes acontecimentos nacionais”. Esta é, segundo a organização, a maior edição de sempre da Agro, com mais de 250 expositores e uma área de exposição próxima dos 2,5 hectares. Começou esta quinta-feira e decorre até ao final do dia de domingo. Na cerimónia de inauguração, Luís Capoulas Santos assegurou que “o nosso País está hoje muito melhor preparado para enfrentar os incêndios do verão do que estava no ano passado por esta altura” e garantiu “um empenho enorme” nas negociações da PAC.

Fonte: CM JORNAL

Indicar a origem dos alimentos pode elevar o seu valor entre 20% a 50%

  • Mai 10
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Os rótulos de origem de um produto alimentar podem contribuir para elevar o seu valor entre 20% e 50%, segundo um estudo da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), apoio FNA,  e do Banco Europeu de Reconstruções e Desenvolvimento (BERD).

Os alimentos com indicação geográfica têm um valor comercial anual de mais de 50 mil milhões de dólares a nível mundial. “As indicações geográficas são uma estratégia dos sistemas de produção e de comercialização de alimentos, que colocam as considerações sociais, culturais e ambientais no centro da cadeia de valor”, assegura Emmanuel Hidier, economista chefe do Centro de Investimentos da FAO.

O estudo dá o exemplo da pimenta Penja, uma pimenta branca produzida em solo vulcânico no Vale de Penja nos Camarões, que foi o primeiro produto africano a receber uma etiqueta de indicação geográfica, o que ajudou a multiplicar por seis as receitas dos agricultores locais. “O processo, desde estabelecer standards até ao registo e promoção, não só beneficiou os agricultores locais, como toda a zona em termos de receitas, produtividade, crescimento de outras indústrias associadas e, de modo importante, a inclusão de todas as partes interessadas”, indica Emmanuel Nzenowo, da associação de produtores de pimenta Penja.

Indicar o local de origem dos produtos tem benefícios que vão para além dos económicos. Os produtores e industriais locais que protagonizam o processo de registo ajudam a que os sistemas alimentares sejam mais inclusivos e eficientes. A criação destas etiquetas estimula o diálogo entre os sectores público e privado, já que as autoridades estão normalmente vinculadas ao processo de registo e certificação.