Categoria: Notícias

Food & Nutrition Awards e ANI atribuem distinção Born From Knowledge

  • Abr 18
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  • marcelo

Agência Nacional de Inovação (ANI) e o Food & Nutrition Awards (FNA) atribuem o Prémio FNA – ANI Born From Knowledge (BfK AWARDS) 2018, na 9ª Edição desta iniciativa que distingue negócios e projetos inovadores no setor agroalimentar.

O prémio FNA-ANI Born From Knowledge (BfK AWARDS) será atribuído a um dos finalistas da categoria de Investigação & Desenvolvimento, estando a sua atribuição inerente a critérios específicos. Os projetos selecionados devem ser “nascidos do conhecimento” e resultar de atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D), em colaboração (ou não) com entidades do Sistema Científico e Tecnológico (SCT), incluindo preferencialmente doutorados nos trabalhos de I&D.

“As questões relacionadas com a alimentação e com a nutrição enquadram-se, à escala global, entre as mais desafiantes para a investigação de base científica e tecnológica, tanto em matéria de sustentabilidade, como de inovação. É este o objetivo do Prémio FNA – ANI Born From Knowledge (BfK AWARDS): incentivar o conhecimento nacional na procura de novas soluções que respondam às necessidades da sociedade e, simultaneamente, melhorem a vida das pessoas”, sublinha Katiuska Cruz, Coordenadora do Programa Born From Knowledge.

O vencedor FNA distinguido com este prémio receberá uma peça de arte e a oportunidade de beneficiar de um processo de acompanhamento do projeto, levado a cabo pela ANI, para apoio ao seu desenvolvimento e implementação.

A edição de 2018 do FNA é assinalada por um conjunto de iniciativas e temáticas relacionadas com a Alimentação do Futuro, que pretendem promover a consciencialização para a importância de uma sociedade sustentável marcada pela inovação e consciência social. O impacto das novas tecnologias na transformação do setor alimentar, a criação de novos trabalhos, o aparecimento de indústrias emergentes do futuro e a revolução da cadeia alimentar são temas que vão estar em destaque no Food & Nutrition Awards e que pretendem desafiar o setor este ano.

As candidaturas devem ser submetidas até 31 de maio de 2018 em formato digital, através do preenchimento do formulário de candidatura disponível em: http://candidaturas.gpa.pt/fna.

Estão abertas as candidaturas a todas as pessoas singulares e coletivas, nomeadamente, Administração Pública, Associações Setoriais, Autarquias, Cidadãos em nome individual, Empresas, Organizações Não-Governamentais, Profissionais em nome individual e universidades.

Indústria alimentar e de bebidas deve acelerar a sua digitalização para se manter competitiva

  • Abr 18
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  • marcelo

As grandes empresas de alimentação e bebidas terão de acelerar o processo de digitalização se quiserem manter-se competitivas, indica um estudo da Siemens PLM Software, unidade de negócio da Siemens Digital Factory Division.

O inquérito revela que a maioria das empresas de alimentação e bebidas ainda está apenas na primeira fase da digitalização, não obstante o potencial do sector. O estudo relembra que haverá mais mudanças nos produtos de grande consumo embalados nos próximos cinco anos do que houve nos últimos 50. Além disso, em 2020, haverá três mil milhões de novos consumidores para esta indústria.

Este contexto trará desafios para as empresas do sector que ainda não estejam a integrar uma estratégia de indústria 4.0. As tendências de mercado indicam uma maior personalização dos produtos, maior variedade de embalagens, alimentos e bebidas mais saudáveis, exigências regulatórias ainda mais exigentes quanto à qualidade e processos, forte pressão das margens nos preços e rapidez na chegada ao mercado.

Uma das grandes preocupações do sector vem da segurança alimentar, outra das oportunidades da indústria 4.0 com ferramentas específicas para a rastreabilidade total de um produto. Este nível de escala e complexidade do sector tem um impacto direto nas organizações. “É importante que as empresas aproveitem as oportunidades oferecidas pela indústria 4.0 para não perderem o comboio da competitividade”, assegura Joan Francàs, vice-presidente sénior e diretor geral da Siemens PLM Software para Portugal e Espanha.

A aplicação destes conceitos e soluções à indústria de processos acelerou nos últimos cinco anos, mas ainda há trabalho a fazer, indica o estudo. “Uma razão pela qual a adoção é mais lenta é que as empresas alimentares e de bebidas tendem a estar fragmentadas. Estas funções têm objetivos e capacidades muito diferentes, pelo que a digitalização tem significados muito distintos para, por exemplo, a área comercial e para a de I&D”, acrescenta.

A Siemens PLM Software defende que, para que este período seja favorável ao sector alimentar, as empresas devem rentabilizar as vantagens da digitalização em todos os aspetos, desde a reestruturação da cadeia de valor até à adoção e virtualização e aproveitamento dos dados proporcionados pelo Big Data e pela Internet das Coisas. “Imaginemos que as vendas de alimentação online disparam na América do Norte e na Europa Ocidental. As análises de Big Data permitem ao sector dispor de informação pormenorizada sobre as tendências de compra e prever as necessidades dos clientes, em vez de apenas reagir às mesmas. Com esta informação, é possível fazer uma personalização maior e mais barata”, afirma Joan Francàs.

 

Fonte: Grande Consumo 

World Disco Soup Day em Portugal

  • Abr 16
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Anualmente são enviados para o lixo 1,3 mil milhões de toneladas de alimentos para o lixo, cerca de um terço dos alimentos destinados ao consumo humano. Para combater este paradoxo a Slow Food Youth Network criou o World Disco Soup Day, um evento inovador organizado à escala mundial.

 Em 2018, Portugal junta-se pela primeira vez a esta iniciativa, com a cidade de Arcos de Valdevez a servir de cenário deste evento mundial por terras lusas.

Muita música e dança darão muito movimento a esta iniciativa, que desafia os participantes, supermercados, produtores e todos que se queiram associar, a recolher e cozinhar alimentos em fim de prazo, “feios”, ou que não estão conformes com os padrões de calibre, estéticos ou comerciais para depois serem partilhados com os restantes convivas.

“Existindo no município de Arcos de Valdevez quatro produtos que integram a “Ark of Taste” da Slow Food Foundation for Biodiversity, este é o momento para apelar também à produção e consumo sustentáveis, à conservação da agrobiodiversidade e à alimentação saudável”, lê-no site da iniciativa.

Em simultâneo com o World Disco Soup Day vai decorrer o mercado da terra no complexo etnográfico da Porta do Mezio, já no próximo dia 28 de abril’2018. Mais informações e inscrição aqui.

Fonte: Green Savers 

Alimentaria 2018: Portugal participa com quase 60 empresas

  • Abr 15
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A 22ª edição da Alimentaria realiza-se em Barcelona de 16 a 19 de abril de 2018 e Portugal vai estar representado por quase 60 empresas. A feira aumentou o investimento em 30% face a 2016, convidando 800 compradores internacionais.

“A participação da PortugalFoods contará com 18 empresas participantes que estarão localizadas sob a marca chapéu PortugalFoods no pavilhão 2 – Multiproduto, Stand C350 (com 234m2)”, disse à DISTRIBUIÇÃO HOJE, a coordenadora executiva da divisão de Mercados da associação.

Isabel Oliveira adiantou que neste grupo de empresas se incluem seis “através da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada” e que “esta feira está a ser organizada em parceria com o Inovcluster que levará mais oito empresas sob a marca chapéu PortugalFoods”.

A coordenadora executiva do InovCluster explicou-nos que “quatro empresas representam a região de Castelo Branco e que as outras quatro são outras zonas”, porque, acrescentou Natacha Pinto: “apesar do nosso ser no Centro temos associados de todo o País”.

No catálogo de expositores da Alimentaria constam 57 empresas nacionais, por isso, além destas 26 que estarão sob o chapéu da PortugalFoods, há 31 que terão stands próprios distribuídos pelos vários pavilhões e salões da Alimentaria.

Fonte: Distribuição Hoje 

Entrou em vigor a norma que obriga a reduzir a acrilamida

  • Abr 14
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Entrou em vigor na  quarta-feira, dia 11 de abril, o regulamento europeu que obriga as empresas alimentares a reduzir os níveis de acrilamida na produção de alimentos suscetíveis de apresentar esta substância que, considerada um contaminante, em certas condições apresentar riscos para a saúde.

O novo regulamento estabelece níveis de acrilamida determinados para cada grupo de alimentos. As empresas cujos produtos os ultrapassem deverão adotar medidas para a sua redução, seja através da modificação da formulação ou dos ingredientes, processos de produção, tratamento térmico ou qualquer outra condicionante, sem afetar a qualidade, segurança microbiana e qualidades sensoriais dos mesmos.

A acrilamida é uma substância química criada de forma natural nos produtos alimentares que contêm amido, durante os processos de confeção a elevadas temperaturas (mais de 120ºC) e com pouca humidade. Forma-se, principalmente, nos alimentos ricos em hidratos de carbono, como as batatas fritas, pastelaria ou alimentos para crianças à base de cereais.

Fonte: Grande Consumo

A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL NO SETOR AGRÍCOLA

  • Abr 13
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O primeiro Encontro de Parceiros da 9ª edição do Food & Nutrition Awards reuniu, na sede da CAP, em Lisboa, alguns dos principais stakeholders da Indústria Agroalimentar sob o mote ”Os desafios e necessidades da agricultura até 2050 e a Transformação Digital no Setor Agrícola “ .

A abertura da sessão pertenceu a Luís Mira, Secretário-Geral da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), que sublinhou a importância da agricultura digital para o sucesso da indústria e como o cultivo digital é já uma realidade que tornará o setor mais eficiente e competente na resposta às necessidades crescentes da população mundial.

Durante o Encontro foi ainda apresentado um estudo sobre “A Transformação Digital no Setor Agrícola”, por Pedro Menezes Simões, Senior Manager Strategy da EY, que falou sobre como a digitalização poderá transformar a cadeia de abastecimento da agricultura, assinalando o facto de que estamos numa era de agricultura de precisão que permite a otimização da produtividade, sustentabilidade e fiabilidade da produção.

A sessão contou com a presença de várias entidades como Portugal Foods, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) APCER, GS1 Portugal, Colégio F3 – Universidade de Lisboa, Vini Portugal, BuggyPower, LIDL, Noocity, Syngenta, Sugal, Fundação AIP, Anpromis, Económico e Central de Cervejas.

Veja as fotografias, aqui.

Comissão Europeia pretende banir as práticas de comércio desleais

  • Abr 12
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A Comissão Europeia quer banir as práticas de comércio desleais na cadeia de abastecimento agroalimentar, preparando-se para apresentar uma proposta legislativa que reforce a proteção dos pequenos e médios agricultores.

A intenção já tinha sido anunciada pelo Comissário Europeu para a Agricultura, Phil Hogan, que durante a sua intervenção no Forum for the Future of Agriculture, em Bruxelas, sublinhou que é preciso “reforçar a posição dos agricultores na cadeia de abastecimento alimentar europeia”.

Jyrki Katainen, Vice-Presidente da Comissão Europeia para as pastas de Emprego, Investimento e Competitividade, explica que “existem desequilíbrios no poder de negociação na cadeia de abastecimento alimentar e esta proposta da Comissão pretende abordar estas práticas injustas. Agimos porque uma conduta de negócio injusta prejudica a viabilidade económica dos operadores da cadeia”.

Em causa estão práticas como pagamentos tardios a fornecedores de perecíveis, cancelamentos de última hora, mudanças unilaterais em contratos e a obrigatoriedade de pagamento por parte dos fornecedores de produtos desperdiçados.

A Comissão Europeia pretende ainda implementar uma política de sanções, que serão definidas pelas autoridades nacionais de cada país, para aqueles que não cumprirem as regras estabelecidas na normativa europeia que está a ser preparada.

Fonte: Vida Rural 

APED RETAIL SUMMIT em maio

  • Abr 12
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O consumo, a economia, a geoestratégia, as tendências do retalho, a nova era do tratamento de dados e da inteligência artificial, sustentabilidade e a ambição de Portugal. Todos estes temas estarão em debate no APED Retail Summit | Sharing the Future, nos dias 8 e 9 de maio de 2018, no Museu do Oriente, em Lisboa.

Nesta edição, este evento conta com a presença especial de Ernest Moniz, Secretário da Energia da presidência Obama, entre 2013 e 2017, cujo contributo foi determinante na construção dos planos económicos, tendo por base a segurança e a proteção do ambiente.

Atualmente Professor no MIT e CEO da Energy Futures Initiative, o lusodescendente Ernest Moniz, traz-nos, a 9 de maio, uma reflexão sobre os desafios da economia e política internacionais, nas áreas da energia, inovação e ambiente, num momento crucial do debate destes temas para o futuro sustentável do Mundo.

Nas primeiras 6 edições, o APED Retail Summit | Sharing the Future  contou com nomes de prestígio internacional como os Prémios Nobel Paul Krugman, Lars Peter Hansen, Joseph Stiglitz, Al Gore e José Maria Aznar.

O APED Retail Summit é uma iniciativa bienal de referência no setor da Distribuição, organizada pela APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

Saiba mais, aqui. 

Azeite: última campanha pode ficar perto das 130 mil toneladas

  • Abr 11
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O peso da região Alentejo na produção nacional de azeite subiu de 75% na campanha 2016-2017 para 78%, na campanha 2017-2018.

O volume de produção nacional de azeite referente à campanha 2017-2018, deverá situar-se entre as 125 mil e as 130 mil toneladas, estima o Gabinete de Planeamento, Políticas (GPP) e Administração Geral, através do Sistema Sistema de Informação do Azeite e Azeitona de Mesa (SIAZ).

Este número é alcançado mediante extrapolação do volume de azeite extraído pelos 137 lagares inquiridos nesta análise para a totalidade dos lagares em laboração no país.

Segundo o GPP, o inquérito aos lagares de azeite na campanha de produção 2017-2018 cobriu uma amostra de 141 lagares que, nas últimas campanhas, representaram 90% da produção total nacional deste produto.

Os resultados apresentados reportam-se a 137 lagares que responderam ao inquérito.

Ainda sobre o volume de produção atingindo, a entidade esclarece ainda que se deve a uma conjugação de fatores, nomeadamente ter sido um ano de safra; bem como, o facto de a seca meteorológica, que se prolongou ao longo de todo o ciclo de desenvolvimento vegetativo dos olivais, ter reduzido em extremo a ocorrência de pragas e de problemas fitossanitários.

Destaca-se ainda o facto de o olival de sequeiro estar bem adaptado à escassez de água; de se ter registado aumentos da área de olival intensivo e superintensivo em produção, nomeadamente na região Alentejo, de olival de regadio, bem como da quantidade total de azeitona colhida e laborada nos lagares.

O GPP dá ainda nota de que a seca meteorológica, já referida, proporcionou a redução do teor de água nas azeitonas e o aumento do teor de gordura nas mesmas.

O rendimento médio das azeitonas oleificadas foi elevado, de 16,2 por cento e significativamente superior aos rendimentos das últimas campanhas.

Os resultados deste inquérito mostram que o peso da região Alentejo na produção nacional de azeite subiu de 75%, na campanha 2016-2017, para 78%, na campanha 2017-2018.

Em contrapartida, o peso da região Norte desceu de 15,5 para 11%.

FONTE:  Jornal Económico 

Fertilizantes discutidos em Bruxelas

  • Abr 11
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Será hoje discutido em Bruxelas os limites de cádmio utilizados nos fertilizantes agrícolas a impor em território europeu numa nova regulamentação europeia que está a ser elaborada.

 Pretende-se com esta nova legislação reduzir significativamente a presença deste metal pesado nos fertilizantes evitando assim que o mesmo esteja presente nos alimentos que consumimos, nas nossas terras e águas. O cádmio foi alvo de vários estudos científicos e é comprovadamente um elemento bastante perigoso para a saúde pública e para o ambiente podendo levar a inúmeras doenças.

 

Fonte: Green Savers