Categoria: Notícias

Alentejo, Açores e Norte entre as regiões escolhidas para projeto de inovação regional na Europa

  • Mai 18
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Este artigo foi publicado originalmente n’O Jornal Económico a 17 de maio de 2022. Leia o original aqui.

 

Bruxelas escolheu 63 regiões, sete cidades e quatro Estados-membros para uma ação-piloto de inovação. “A cooperação e a inovação são ingredientes essenciais do desenvolvimento sustentável e resiliente das regiões da União Europeia. Todos os territórios têm um potencial de inovação que precisa de ser aproveitado”, diz Elisa Ferreira.

O Alentejo, os Açores e o Norte foram três das regiões escolhidas pela Comissão Europeia para um projeto-piloto de parcerias para a inovação regional na União Europeia (UE), no qual os territórios portugueses terão de partilhar boas práticas e testar e desenvolver entre si ferramentas para mobilizar financiamento e políticas.

Bruxelas seleccionou 63 regiões, sete cidades e quatro Estados-membros para esta ação-piloto, cuja ideia é que haja uma conexão e partilha de programas regionais e nacionais sobre ecologia e transformação digital e se explorem novas parcerias, tendo por base o manual tático “Parcerias para a inovação regional”, divulgado esta terça-feira pelo Centro Comum de Investigação.

Segundo Elisa Ferreira, “a cooperação e a inovação são ingredientes essenciais do desenvolvimento sustentável e resiliente das regiões da UE e “todos os territórios têm um potencial de inovação que precisa de ser aproveitado”. “Aguardo com expectativa os resultados do projeto-piloto e espero que contribua para colmatar a clivagem persistente no domínio da inovação entre as regiões, que limita o desempenho da UE no seu conjunto”, afirmou a comissária da Coesão e Reformas.

Na opinião da comissária da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, “só é possível construir economias mais fortes e mais limpas e sociedades mais justas se a inovação estiver no centro da agenda política da UE”. “Precisamos da inovação em todas as regiões e em todos os países, conectados entre si, para podermos ter êxito nas transições ecológica e digital. Estas parcerias permitem-nos construir pontes para facilitar sinergias de investimento e soluções inovadoras”, garante Mariya Gabriel.

A Comissão Europeia adianta que, entre os participantes, encontram-se ainda a região do Mar Báltico, o mecanismo das biorregiões e um consórcio alargado «Cidades 4.0» (Lovaina, na Bélgica, Bolonha, em Itália, e Turku, na Finlândia), que envolve Eindhoven (Países Baixos), Espoo (Finlândia) e Cluj-Napoca (Roménia).

 

Aldi inaugura 108ª loja em Portugal

  • Mai 17
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Este artigo foi publicado originalmente n’O Jornal Económico a 16 de maio de 2022. Leia o original aqui.

 

Para assinalar a inauguração da nova loja, a cadeia de supermercados vai oferecer um vale de cinco euros e uma planta de “boas-vindas” (unidades limitadas) aos clientes que efetuarem uma compra na nova loja ALDI Santa Maria da Feira.

O retalhista alimentar ALDI vai inaugurar uma nova loja no norte do país na próxima quarta-feira, dia 18 de maio, em Santa Maria da Feira, sendo já a segunda naquela cidade.

No total, a empresa tem 108 lojas em território nacional, prevendo atingir 200 lojas no país até 2025. Esta loja em Santa Maria da Feira é a terceira loja que a ALDI abre este ano em território nacional, com 20 novos postos de trabalho. O retalhista alimentar inaugurou, recentemente, as lojas da Nazaré e Ourique.

Para assinalar a inauguração da nova loja, a cadeia de supermercados vai oferecer um vale de cinco euros e uma planta de “boas-vindas” (unidades limitadas) aos clientes que efetuarem uma compra na nova loja ALDI Santa Maria da Feira.

O novo espaço, situado na Rua Dr. Crispim Borges de Castro. compreende uma área total de 1.244 m2 e 94 lugares de estacionamento no exterior para clientes, abrangendo a zona centro do município, nomeadamente a União de Freguesias de Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo, mas também a freguesias São João de Ver e Escapães. O horário de funcionamento é das 08hoo às 21h30.

“Estamos muito satisfeitos por irmos inaugurar mais uma loja em Santa Maria da Feira, contribuindo para a dinamização deste tão importante concelho, polo da cultura nacional, que já concentra o maior número de habitantes no distrito de Aveiro. A poucos minutos da Zona Industrial e da Escola Secundária de Santa Maria da Feira, esta nova loja servirá não só a população residente, mas também os trabalhadores e estudantes presentes nesta zona. Além disso, fica estrategicamente situada a um minuto do acesso à A1 e EN 223, que serve de ligação de Santa Maria da Feira aos concelhos limítrofes de São João da Madeira e Ovar”, refere João Braz Teixeira, Managing Director Expansion & Construction da ALDI Portugal.

O responsável acrescenta que objetivo da ALDI “é continuar a crescer e a reforçar o nosso parque de lojas, chegando a novas localidades, e estar cada vez mais próximos dos nossos clientes. Para este ano, temos previstas cerca de 20 novas lojas, à semelhança do que fizemos em 2021”.

A empresa anuncia ainda que o novo ALDI em Santa Maria da Feira vai ter uma parceria com a Santa Casa da Misericórdia St.ª M.ª da Feira. A parceria surge no âmbito da Estratégia Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar, bem como “do compromisso do Grupo ALDI Nord para com a promoção do desenvolvimento sustentável”.

ZERO defende que o setor da água em Portugal tem de ser mais eficiente

  • Mai 17
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Este artigo foi publicado originalmente n’O Jornal Económico a 15 de maio de 2022. Leia o original aqui.

 

A ZERO (Associação Sistema Terrestre Sustentável) analisou o PENSAARP 2030, o Plano Estratégico para o setor da água em Portugal para a próxima década, e considerou que este “pouco ou nada vem mudar”, relativamente ao primeiro plano, de há 20 anos, apesar de ser já o quarto plano para o setor.

A associação ambientalista ZERO defendeu hoje que o setor da água em Portugal tem de ser mais eficiente no uso do recurso e alertou para as perdas de 24% do volume de água que entra no sistema de abastecimento.

A ZERO (Associação Sistema Terrestre Sustentável) analisou o PENSAARP 2030, o Plano Estratégico para o setor da água em Portugal para a próxima década, e considerou que este “pouco ou nada vem mudar”, relativamente ao primeiro plano, de há 20 anos, apesar de ser já o quarto plano para o setor.

“É com grande apreensão que a ZERO antevê os próximos 10 anos, uma vez que o plano, cuja consulta pública terminou na passada quinta-feira, revela uma excessiva preocupação com o equilíbrio económico-financeiro das entidades gestoras, não estando vertida uma verdadeira intenção de melhorar o desempenho ambiental das mesmas e a eficiência hídrica dos serviços onde as perdas de água representam 24% do volume de água que entra no sistema de abastecimento”, afirmou a ZERO numa nota de imprensa.

Perante a situação, a associação apresentou quatro desafios que “considera ser urgente resolver e aos quais o PENSAARP 2030 não dá a resposta adequada”.

O primeiro tem a ver com as perdas de água, consideradas como “um fator decisivo na eficiência hídrica do setor”, com a associação ambientalista a reivindicar “uma resposta eficaz dos poderes públicos, em particular no que concerne aos municípios, onde as perdas de água são mais elevadas, e que não se resolve com recomendações e sensibilização como preconizado no plano”.

Outro desafio é a regulamentação tarifária e a recuperação de gastos com os serviços de abastecimento de água e de serviços de gestão de águas residuais por via tarifária, o que “exige uma entidade reguladora com poder regulatório efetivo”.

A ZERO manifestou algumas reservas pela forma como pode vir a ser aplicada “a recuperação dos gastos pelas entidades gestoras pela via tarifária e o consequente e significativo aumento das tarifas imputadas aos consumidores”.

“A recuperação dos gastos exclusivamente por essa via e de forma abrupta, sem faseamento, certamente será geradora de sobrecarga económica nos consumidores e obviamente de insatisfação, podendo colocar em causa toda a lógica de regulação do equilíbrio económico e financeiro das entidades gestoras”, acrescentou.

O terceiro desafio tem a ver com a gestão das águas pluviais, que está pela primeira vez incluída nas estratégias para o setor das águas, considerando a ZERO que “o plano não lhe dá a relevância necessária já que algumas das medidas associadas são remetidas para níveis de prioridade de menor importância”.

“Face aos desafios impostos pelas alterações climáticas e ao impacto que uma adequada gestão das águas pluviais representa na mitigação dos efeitos das alterações climáticas, parece-nos premente a necessidade de investimento em redes separativas e da definição de medidas concretas nesse sentido, algo que não parece totalmente vertido no plano”, considerou.

O quarto desafio é relativo à reutilização de água, qua a ZERO defendeu “enquanto medida de reforço à escassez local de água”.

“Nesse aspeto, Portugal está muito longe da realidade de outros países, mesmo a nível europeu, quando reutiliza apenas 1,2% da água residual tratada e a proposta de plano apresentada revela uma total falta de empenho em melhorar significativamente a posição nacional”, criticou a associação.

Para a ZERO, uma revisão da legislação em matéria de reutilização de água deve constituir uma prioridade, em especial no que respeita à descentralização de tratamento e consumo de “águas cinzentas” ao nível predial, dado que o Regime Jurídico de Produção de Água para Reutilização Obtida a Partir do Tratamento de Águas Residuais “pouco ou nada refere a esse respeito”.

Segundo a associação ambientalista, “os desafios que se colocam ao setor para as próximas décadas são enormes, podendo ser agravados pela evolução das alterações climáticas e dos seus efeitos sobre os recursos hídricos, tanto em termos de quantidade como de qualidade, pelo que é preciso fazer muito mais e muito melhor do que se tem feito até agora para termos serviços mais eficientes a todos os níveis”.

 

“A inflação está descontrolada”, alerta presidente da Adega Cooperativa de Monção no “Conversas com Norte”

  • Mai 16
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Este artigo foi publicado originalmente n’O Jornal Económico a 16 de maio de 2022. Leia o original aqui.

 

A escalada galopante dos custos impede que se faça qualquer tipo de previsão quanto ao volume de negócios para este ano, segundo Armando Fontainhas, presidente da direção da Adega Cooperativa de Monção. Ouça o podcast do JE “Conversas com Norte”.

A Adega Cooperativa de Monção, a produzir vinho desde 1958, é o maior produtor da sub-região de Monção e Melgaço e quem mais recebe e trabalha uvas Alvarinho. Tem no espólio, entre outros, os conhecidos Muralhas de Monção e o Alvarinho Deu La Deu.

Possui 1642 produtores associados, que somam uma área total de vinha de 1237 hectares e produções anuais na ordem dos oito milhões de quilogramas, dos quais 60% dizem respeito à casta Alvarinho.

Faturou 16,3 milhões de euros em 2021, mas a escalada galopante dos custos impede que se faça qualquer tipo de previsão quanto ao volume de negócios para este ano, segundo Armando Fontainhas, presidente da direção da Adega Cooperativa de Monção. Ouça o podcast do JE “Conversas com Norte”.

Índia proíbe exportações de trigo devido ao aumento global dos preços do cereal

  • Mai 16
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Este artigo foi publicado originalmente n’O Jornal Económico a 14 de maio de 2022. Leia o original aqui.

 

Medida foi adotada “considerando que o Governo da Índia está comprometido com os requisitos de segurança alimentar da Índia, países vizinhos e outros países em desenvolvimento vulneráveis que são afetados negativamente por mudanças repentinas no mercado mundial de alimentos”.

A Índia proibiu as exportações de trigo a partir de hoje devido ao súbito aumento dos preços do cereal no mercado mundial, situação que colocaria em risco a segurança alimentar do país, segundo um comunicado do Governo indiano.

“A política de exportação de trigo está proibida com efeito imediato”, exceto os envios “para os quais já foram emitidas uma carta de crédito irrevogável” antes desta notificação, declarou a Direção-Geral de Comércio Externo num comunicado divulgado na noite de sexta-feira.

Esta decisão do Governo indiano foi motivada principalmente pelo conflito na Ucrânia e pelas ondas de calor que prejudicaram a produção do cereal no país.

A Direção-Geral de Comércio Externo indiana especificou que o Governo indiano pode emitir uma licença especial para exportar trigo para países que correm o risco de sofrer com a escassez de alimentos e, assim, atender às suas necessidades.

O texto referiu que a medida foi adotada “considerando que o Governo da Índia está comprometido com os requisitos de segurança alimentar da Índia, países vizinhos e outros países em desenvolvimento vulneráveis que são afetados negativamente por mudanças repentinas no mercado mundial de alimentos e não conseguem aceder a fornecimentos suficientes de trigo”.

Este anúncio ocorreu depois de, na quinta-feira, o Ministério do Comércio indiano ter estabelecido uma meta para este ano fiscal de 10 milhões de toneladas de trigo para exportação.

No último ano fiscal 2021-2022, a Índia superou o seu recorde de exportação de trigo, atingindo sete milhões de toneladas deste cereal, no valor de mais de 2.000 milhões de dólares (1.920 milhões de euros), segundo a Direção-Geral de Comércio Externo.

A proibição das exportações de trigo contradiz as alegações feitas em abril passado pelo primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, quando disse que a Índia poderia alimentar o resto do mundo se a Organização Mundial do Comércio (OMC) lhe desse permissão para fazê-lo.

A Índia é o segundo maior produtor de trigo, colhendo anualmente cerca de 107 milhões de toneladas, o que representa 13,5% da produção mundial, segundo dados do Ministério do Comércio indiano.

No entanto, a maior parte dessa safra é destinada ao consumo interno.

O preço do trigo disparou no mercado mundial desde o início da invasão da Rússia na Ucrânia, em 24 de fevereiro, já que os dois países envolvidos no conflito representam cerca de 30% das exportações mundiais deste cereal.

O aumento do custo do trigo, somado ao de outros alimentos e do petróleo, elevou a inflação na Índia para 7,79% em abril, o seu nível mais alto desde maio de 2014.

Além disso, a Índia foi afetada nas últimas semanas por várias ondas de calor severas, chegando a 47 graus Celsius em algumas partes do país, que devastou os seus campos de trigo e reduziu o rendimento das colheitas.

Oceanos: Conferência em Lisboa terá chefes de Estado e de governo de todos os continentes

  • Mai 16
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Este artigo foi publicado originalmente n’O Jornal Económico a 14 de maio de 2022. Leia o original aqui.

 

“O alto nível não é só feito de chefes de Estado e de governo, mas também dos presidentes dos bancos, das grandes companhias, presidentes de fundações muito relevantes”, afirmou o vice-presidente da comissão organizadora.

A segunda conferência das Nações Unidas sobre oceanos, que vai realizar-se em Lisboa, terá a presença de chefes de Estado e de governo de todos os continentes, disse à Lusa o vice-presidente da comissão organizadora.

“A cerca de seis semanas da abertura da conferência já temos 21 chefes de Estado e de Governo confirmados ou à espera da confirmação formal e 25 outros países estão, pelo menos ao nível ministerial, já garantidos (…). Posso dizer que vamos ter chefes de Estado e de governo de todos os continentes”, disse Alexandre Leitão em entrevista à Lusa.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, estará presente na abertura da conferência que decorrerá entre 27 de junho e 01 de julho.

Alexandre Leitão adiantou que a conferência está aberta à participação da Rússia, apesar da invasão da Ucrânia, de estar sujeita a sanções internacionais e de não haver ainda indicação sobre uma representação oficial.

“A Rússia tem o direito de estar representada, há algumas entidades acreditadas, não sabemos se virão. A conferência é uma iniciativa das Nações Unidas que está sujeita às regras da Assembleia-Geral das Nações Unidas e, por conseguinte, todos os Estados-membros da ONU têm o direito de participar”, afirmou o representante de Portugal na organização da Conferência dos Oceanos 2022.

De acordo com Alexandre Leitão, alguns países que já têm presença confirmada preferiram, “por questões de agenda própria”, não fazer anúncio público da sua participação, mas o Equador, a Colômbia, a Nigéria e o Quénia, que coorganiza a conferência com Portugal, já são participações anunciadas.

Apesar de o sucesso de uma conferência que pretende impulsionar esforços de proteção da vida marinha ser em boa parte medido pelo número e envergadura dos compromissos assumidos publicamente, em plenário, pelos países, Alexandre Leitão sublinhou na entrevista à Lusa que o “alto nível” desejado para a conferência não se manifesta apenas na presença e nos anúncios feitos por chefes de Estado e de governo.

“O alto nível não é só feito de chefes de Estado e de governo, mas também dos presidentes dos bancos, das grandes companhias, presidentes de fundações muito relevantes”, afirmou o vice-presidente da comissão organizadora.

“Em alguns casos vêm chefes de governo com três ou quatro ministros, o que diz bastante, mas eu gostaria de dar um outro número que é mais interessante: há 942 acreditações específicas para esta conferência, enquanto a primeira, em 2017, tinha tido 108. Isto diz muito sobre o crescimento muito significativo do interesse global pelos oceanos e sobre o ativismo das organizações e das fundações”, disse, referindo ainda os 353 registos de eventos associados apresentados à organização.

“Uma área muito crítica em tudo o que é clima e ação ambiental é a do financiamento. As instituições financeiras internacionais e os bancos multilaterais de desenvolvimento vão estar representados ao mais alto nível”, afirmou.

Alexandre Leitão referiu ainda que estão acreditadas para a conferência 8.818 entidades, muitas por inerência aos processos da ONU.

“Tudo isto significa que a cidade de Lisboa, e não só, vai ser, um território policêntrico de afirmação da vitalidade desta causa e esperamos que isso contagie os cidadãos, para este caminho da sustentabilidade e de uma economia azul sustentável”, concluiu.

Prazo para a Ibersol negociar a proposta de aquisição do Burger King foi alargado para 31 de maio (com áudio)

  • Mai 13
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Este artigo foi publicado originalmente n’O Jornal Económico a 12 de maio de 2022. Leia o original aqui.

 

A Ibersol está a negociar em regime de exclusividade a venda dos restaurantes Burger King que detém em Portugal e em Espanha à Restaurant Brands Iberia (RBI). O negócio tem um valor de 250 milhões de euros.

A Ibersol SGPS informou o mercado sobre o alargamento do prazo de exclusividade da negociação dos restaurantes Burger King. O prazo de negociação exclusiva caducava esta quarta-feira, mas foi agora prolongado para 31 de maio.

A Ibersol está a negociar em regime de exclusividade a venda dos restaurantes Burger King que detém em Portugal e em Espanha à Restaurant Brands Iberia (RBI). O negócio foi avaliado, indicativamente, em 250 milhões de euros.

A oferta foi comunicada ao mercado pela Ibersol a 10 de março e sofreu uma revisão em alta face à proposta inicial, anunciada a 16 de fevereiro e que era de 230 milhões.

“Extensão de prazo de exclusividade para negociação de proposta não vinculativa de aquisição de restaurantes da insígnia Burger King” é o título do comunicado que a dona do Pizza Hut enviou ontem ao mercado.

“Na sequência dos comunicados de 10 de março de 2022 e de 20 de abril de 2022 relativos à proposta não vinculativa apresentada pela Restaurant Brands Iberia (RBI) para aquisição dos restaurantes da insígnia Burger King, a Ibersol SGPS informa que o regime de exclusividade acordado para as negociações iniciadas com a RBI foi prorrogado até dia 31 de maio de 2022”, anunciou a Ibersol.

 

Regressa o Congresso da Indústria Portuguesa Agroalimentar

  • Mai 13
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Com o mote Desafios da Mudança, a 8ª edição do congresso irá realizar-se a 7 de junho.

Após a paragem imposta pela pandemia, o CCB em Lisboa recebe este congresso que assinala o 35º aniversário da FIPA.

Com um programa virado para os desafios que o futuro do sector agroalimentar colocam, o congresso conta com o Primeiro-Ministro António Costa na abertura e será encerrado pelo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa.

Conheça aqui o programa completo e como se pode inscrever.

PortugalFoods organiza “Potential of Gene Editing  for Innovation in Food Sector”

  • Mai 13
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A associação portuguesa é membro do Advisory Group do projeto europeu CHIC, com que partilha a organização do evento.

Este projeto europeu pretende apoiar a inovação responsável no desenvolvimento de novas técnica de reprodução vegetal da chicória. O evento será no dia 19 de maio, entre as 14h00 e as 17h00, na Nova Medical School – Faculdade de Ciências Médicas, Edifício CEDOC II, Rua Câmara Pestana 6 em Lisboa.

A participação gratuita mediante inscrição até 16 de maio.

Programa

13:30 | Registration in the MMM atrium

14:00 | Welcome and overall presentation of the CHIC project

Deolinda Silva (PortugalFoods)
Dirk Bosch (Wageningen Plant Research, Wageningen University & Research and CHIC Project Coordinator)

14:20 | Chicory root fibers products by Sensus

Mathew de Roode (Sensus)

14:30 | Inulin benefits and applications

Ingrid van der Meer (Wageningen Plant Research, Wageningen University & Research)

14:40 | Terpenes products

Suvi Häkkinen (VTT Technical Research Centre of Finland)

14:50 | Potential of NPBTs to contribute to Food and Nutritional Security, and Human Health and Environmental Sustainability

Dirk Bosch (Wageningen Plant Research, Wageningen University & Research and CHIC Project Coordinator)

15:00 | Coffee break

15:15 | Panel Discussion

Moderator: Armin Spök (TU Graz)
Panel members:
Deolinda Silva (PortugalFoods), Dirk Bosh (Wageningen Plant Research, Wageningen University & Research and CHIC Project Coordinator), Paul Bundock (KeyGene), Christian Dayé (TU Graz), Paula Cruz Vieira (DGAV)

Short inspirations notes
• Novel Plant Breeding Techniques for the future | Paul Bundock (KeyGene)
• Views of consumers and citizens in the EU | Christian Dayé (TU Graz)
• Portuguese Context | Paula Cruz Vieira (DGAV)

Discussion with audience

16:40 – 17:30 | Networking and CHIC information posters

Exportações e importações aceleram nos primeiros três meses de 2022 (com áudio)

  • Mai 12
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Este artigo foi publicado originalmente n’O Jornal Económico a 10 de maio de 2022. Leia o original aqui.

 

O INE reviu as taxas de variação homóloga do comércio internacional e dá nota esta terça-feira de que, nos primeiros três meses do ano, as compras de bens ao exterior cresceram 36,8% face ao período homólogo de 2021, enquanto as vendas aumentaram 18,2%.

O arranque do ano de 2022 ficou marcado pela aceleração das importações e das exportações. Os dados divulgados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que, nos primeiros três meses do ano, as compras de bens ao exterior cresceram 36,8% face ao período homólogo de 2021, enquanto as vendas aumentaram 18,2%, sendo que ambas variações foram revistas face à estimativa provisória publicada no final de abril. Em comparação com o último ano pré-pandemia, as importações e as exportações já estão 25,9% e 21,5% acima, respetivamente.

“No primeiro trimestre de 2022, as exportações aumentaram 18,2% e as importações cresceram 36,8% em relação ao mesmo período de 2021. Comparando com o primeiro trimestre de 2020, as exportações e as importações aumentaram 25,6% e 29%, respetivamente, [e cresceram] 21,5% e 25,9%, pela mesma ordem, face ao primeiro trimestre de 2019”, avança o gabinete de estatísticas, num destaque publicado esta manhã.

De notar que a nota agora conhecida revê as taxas de variação homóloga que tinham sido indicadas na estimativa provisória, retirando-lhes 0,5 pontos percentuais, no caso das exportações, e somando-lhes 0,2 pontos percentuais, no caso das importações. Tal revisão reflete, afirma o INE, “a inclusão de nova informação”.

Já quanto a março, o gabinete de estatísticas indica que as exportações e importações de bens registaram crescimentos homólogos nominais de 13,6% e 30%, respetivamente. “São de salientar os acréscimos nas exportações e importações de fornecimentos industrias (+24,8% em ambos os fluxos) e nas importações de combustíveis e lubrificantes (+132,8%)”, detalha o INE, que salienta que, excluindo precisamente os combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 12,4% e 20,2% face a março de 2021.

No que diz respeito ao défice da balança comercial de bens, março trouxe um aumento de 1.290 milhões de euros face ao mesmo mês de 2021, atingindo 2.415 milhões de euros. “Excluindo os combustíveis e lubrificantes, o défice foi de 1.447 milhões de euros, aumentando 599 milhões de euros, relativamente a março de 2021”, ressalva a o gabinete de estatísticas.

Por outro lado, no destaque agora conhecido, destaca-se o aumento nas exportações e nas importações com Espanha, sobretudo de fornecimentos industriais e de combustíveis e lubrificantes, registado em março. “Destaca-se também o decréscimo nas exportações para o Reino Unido (-8,7%), devido ao material de transporte (automóveis para transporte de passageiros)”, sublinha o INE, que dá ênfase, além disso, ao acréscimo das importações dos EUA, “maioritariamente combustíveis e lubrificantes”.